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Como podemos ajudá-lo?

banner_helpdeskA Alonso, Barretto & Cia. Auditores Independentes é uma das mais tradicionais empresas nacionais de prestação de serviços profissionais de Auditoria e Consultoria Empresarial. Focada no Terceiro Setor, Sindicatos e empresas de grande porte, com registro na CVM e em vários outros órgãos reguladores. Tem como diferencial:

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5 dicas para evoluir na prestação de serviços contábeis

Angela Zechinelli Alonso*

Estamos cercados de ferramentas digitais no nosso dia-a-dia e parece não haver limite para o que elas podem nos proporcionar. Um exemplo básico é a Netflix recomendando “nós achamos que você vai gostar desta série”. Sim, eu vou gostar. Porque ela estabelece os padrões de meu uso e me oferece o que mais se aproxima da minha necessidade.

No Booking e no Kindle, também sou direcionada aos meus gostos preferidos, resultados de minhas pesquisas e escolhas. E fico satisfeita com essas indicações. Não perco tempo fazendo buscas infinitas. O que eu gosto está ali, e passa a ser o que eu quero. E assim essas gigantes faturam mais um pouco comigo, uma cliente satisfeita e disposta a repetir o ciclo.

E as empresas de contabilidade, como estão se comportando quanto às necessidades e gostos dos clientes?

Não vejo na prática grande evolução nesse sentido. Meu sentimento é que a grande maioria das empresas de contabilidade e de auditoria menores continuam preocupadas em atender prazos e cumprir legislações. Ainda atuam de forma reativa e não pro-ativa.

Por que não questionar “Como melhorar a vida de nossos clientes?”; “Como antecipar as necessidades dos clientes sem que eles precisem perguntar?”; “O que podemos fazer para agregar valor aos nossos serviços?”.

Essas perguntas são facilmente respondidas quando você tem as tecnologias certas – ferramentas que permitem capturar dados críticos do cliente e que elevam os serviços prestados a uma experiência em nível avançado.

Observando o mercado, as empresas da área contábil estão conhecendo o mercado no exterior e nacionalizando essa atuação, e descobrindo como usar dados para administrar um negócio mais inteligente. E aqui vão as 5 dicas para alavancar seu negócio:

  1. Conheça as necessidades de seu cliente

Primeiramente, defina as necessidades de seu cliente. O que eles realmente querem do seu profissional contábil? Como se antecipar a essas necessidades? Isso exige muito esforço e análise, mas valerá a pena.

Por experiência, seu cliente tem a necessidade de sentir-se financeiramente em paz e saber que está tomando as decisões certas para minimizar sua carga tributária, limitar os riscos de uma eventual fiscalização ou quebra de legislação e que está usando as tecnologias certas para operar seus negócios. Ele também quer sentir-se cuidado por seus contadores, auditores e consultores. O desafio é capturar os dados do cliente para aprofundar os comportamentos e chegar a um ponto em que você possa prever antecipadamente as necessidades e as tendências do negócio.

  1. Coloque em prática as tecnologias certas para capturar dados do cliente

Vamos falar sobre coleta de dados e monitoramento contínuo do cliente. Sim, isso já vem sendo feito com sucesso. O desafio é encontrar uma solução interna ou externa que permita seu investimento e forneça os resultados que você espera.

  1. Desenvolva produtos para resolver as necessidades dos clientes

Ao rastrear seu cliente e tomar conhecimento das necessidades dele, você precisa ter algumas respostas tecnológicas prontas para oferecer a esse cliente, seja em consultoria financeira, de impostos, de controles internos, enfim, identifique e dê as respostas. O que os contadores já fazem por extenso conhecimento profissional, precisa ser “embrulhado” para presente e agregar valor.

  1. Treine sua equipe para identificar oportunidades de servir

Aqui entra o fator humano com força total. A contabilidade precisa ter uma equipe que saiba capturar, rastrear e analisar dados do cliente e trazer à tona oportunidades. Educação é a base da qualidade. Treine sua equipe contábil intensamente em habilidades tecnológicas emergentes, em ciência de dados, em compreensão de correlações entre conjuntos de dados e compreensão de como os sistemas se conectam.

  1. Trabalhe suas oportunidades

É necessário estar junto do cliente, presente, atuante e se antecipando. Crie a supervisão para analisar as oportunidades identificadas e propor soluções. Você não venderá serviços; você antecipará necessidades.

Executar uma prática mais inteligente é o futuro das empresas de contabilidade, e isso significa ter a capacidade de capturar e rastrear dados de clientes de forma contínua. Podemos aprender muito com a Netflix, Booking e Kindle e tantas outras. Tudo o que você precisa fazer é obter os sistemas certos e, então, realmente “ouvir” seus clientes e ser o parceiro desejado.

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 *Angela Zechinelli Alonso é Contadora, pós-graduada em Auditoria e Controladoria, sócia em firma de Auditoria Independente de pequeno porte e voluntária em projetos de entidades contábeis, voltados ao desenvolvimento profissional e à qualidade da profissão contábil.

Papa autoriza auditores externos no Banco do Vaticano

O papa Francisco renovou os estatutos do Instituto para Obras de Religião (IOR), mais conhecido como Banco do Vaticano, introduzindo a figura de um auditor externo de contas, dentro das normas internacionais, informou a Santa Sé neste sábado (10/08).

O órgão, instituído em 1942 por Pio 12, garante a custódia e a administração dos bens imóveis transferidos e doados ao IOR por pessoas físicas e jurídicas, destinados a obras de caridade, além de administrar contas bancárias de funcionários e autoridades do Vaticano.

No passado, ele enfrentou acusações de corrupção e lavagem de dinheiro. Seus clientes incluem instituições católicas, funcionários do Vaticano e embaixadores da Santa Sé, entre outros.

Numa disposição, o papa renovou por dois anos os estatutos do IOR, aprovados em 1990 por João Paulo 2º. Entre as principais novidades está a implantação da figura de um auditor externo, que poderá ser uma pessoa física ou jurídica, eliminando os três auditores internos, cujos cargos eram renováveis.

O novo auditor estará apto a solicitar da instituição financeira qualquer informação potencialmente útil para suas atividades de supervisão, além de conferir se os balancetes do banco estão conformes com os padrões internacionais.

Com a renovação dos estatutos, os órgãos do IOR terão quatro órgãos: a Comissão de Cardeais, composta por cinco prelados designados por Francisco; o Conselho de Superintendência, que passa de cinco para sete integrantes; o Prelado; e o Conselho de Administração, com a figura de um diretor-geral.

O responsável por este último pode ser nomeado por cinco anos, com uma única renovação, ou ter mandato sem prazo definido, porém a idade máxima para o cargo é de 70 anos.

A Comissão de Cardeais será responsável por nomear os auditores, que atuarão pelo período de três exercícios financeiros consecutivos, em mandato a ser renovado apenas uma vez.

Desde que assumiu, em 2013, Francisco tem condenado severamente as atividades financeiras ilícitas. A partir daquele ano, o Banco do Vaticano divulga anualmente seus balanços. Em junho ele publicou os resultados econômicos de 2018, apontando um lucro de 17,5 milhões de euros (R$ 77,2 milhões), uma queda de 45% em relação aos 12 meses anteriores.

AV/dpa,efe

Fonte: https://m.dw.com/pt-br

Medida Provisória extingue obrigatoriedade de publicação de balanços e outros documentos de sociedades anônimas em Diário Oficial e em jornais

A Medida Provisória nº 892, de 5 de agosto de 2019, publicada hoje (06/08/2019) no Diário Oficial da União, altera das regras de publicação de demonstrações financeiras (demonstrações contábeis) e outros documentos das sociedades anônimas.

sedep-publicacoes-bigA MPV nº 892/2019 altera a redação do artigo 289 da Lei nº 6.404/1976 e do artigo 19 da Lei nº 13.043/2014, para estabelecer que as publicações ordenadas pelas referidas leis serão feitas nos sítios eletrônicos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da entidade administradora do mercado em que os valores mobiliários da companhia estiverem admitidas à negociação. Portanto, elimina a exigência de publicação no Diário Oficial da União ou do Estado ou do Distrito Federal, bem como em jornal de grande circulação, conforme o lugar em que esteja situada a sede da companhia.

As publicações contarão com a certificação digital da autenticidade dos documentos mantidos em sítio eletrônico por meio de autoridade certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.

A companhia ou a sociedade anônima disponibilizará as publicações em seu sítio eletrônico, também assinadas por meio de certificados digitais.

A CVM regulamentará as publicações das sociedades anônimas de capital aberto. O Ministro de Estado da Economia disciplinará a forma de publicação e de divulgação dos atos relativos às companhias fechadas.

As publicações não serão cobradas.

Fonte: Editorial ContadorPerito.Com.®

Blockchain lança bolsa de criptomoedas com operações rápidas

Chamada de The PIT, bolsa promete executar negociações em poucos segundos; novidade está disponível em mais de 200 países

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A Blockchain, uma das maiores companhias de carteira digital do mundo, anunciou nesta semana o lançamento de uma bolsa de criptomedas, chamada de The PIT. As informações são da Reuters.

Segundo a agência de notícias, a iniciativa tem o objetivo de executar negociações em poucos segundos para investidores de varejo e institucionais.

A nova bolsa foi desenvolvida por uma equipe secreta da Blockchain, formada por veteranos da Bolsa de Valores de Nova York, TD Ameritrade, Google, Goldman Sachs, UBS, Interactive Brokers e Revolut.

De acordo com a empresa, que diz ter realizado extensa pesquisa e desenvolvimento, o sistema “Mercury” é capaz de oferecer velocidades mais rápidas do que em qualquer outro mecanismo de criptografia.

“O que acontece nesses mercados quando há um pico de volatilidade, os mecanismos de ‘matching’ ficam sobrecarregados e eles simplesmente desligam e as pessoas não conseguem nem negociar”, explicou Nicole Sherrod, diretora de produtos de negociação da Blockhain.

Com a solução, no entanto, a promessa é de que as negociações sejam facilitadas. “Nossos clientes podem fazer negócios em microssegundos em uma categoria em que outras bolsas estão fazendo em milésimos de segundo”, acrescentou a executiva.

A bolsa já está disponível em mais de 200 países, iniciando suas operações com 26 pares de negociação e uma rede bancária global para simplificar depósitos e retiradas em dólar, euro e libra. Conforme anunciado pela Blockchain, os ativos incluem bitcoin, ether, litecoin, tether e tokens PAX.

Da Redação

30/07/2019 às 13h30

Fonte: computerworld.com.br

CNPJ URGENTE – Recadastramento até os beneficiários finais

A IN RFB 1863/2018 que dispõe sobre o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), foi alterada pela IN RFB 1895/2019.

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O art. 8º dessa Instrução Normativa indica que as informações cadastrais devem abranger as pessoas autorizadas a representar as empresas/entidades, bem como a cadeia de participação societária, até alcançar as pessoas naturais caracterizadas como beneficiárias finais ou qualquer das entidades mencionadas, ou seja, os “beneficiários finais”.

Estão excluídas de cumprir a obrigação as Sociedades por Ações de capital aberto, EIRELI (desde que o sócio seja pessoa física) e Sociedade Uniprofissional de advogados.

Essa obrigatoriedade deve ser cumprida até o dia 26 de junho de 2019 e o não atendimento suspenderá o CNPJ.

Receita Federal altera IRPJ/CSLL/PIS/COFINS

receita2Foi publicado pela Receita Federal do Brasil, a Instrução Normativa nº 1881/2019 que altera a IN 1700/2017, sobre as regras para pagamento do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ, Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). Também foram realizadas alterações no tratamento tributário do PIS/PASEP e da COFINS. Abaixo destacamos as principais alterações :

· Alteração das tabelas de Adição e Exclusão do Lucro Líquido;

· A dedutibilidade das doações, até o limite de 2% do lucro operacional da pessoa jurídica, antes de computada a sua dedução, efetuadas a Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, entidades civis, legalmente constituídas no Brasil, sem fins lucrativos;

· Alteração do percentual de 32% para determinação da base de cálculo do IRPJ e CSLL, dentre elas a exploração de rodovia mediante cobrança de preço dos usuários e outros serviços, pelas contratadas e subcontratadas de serviços públicos;

· O não acréscimo às bases de cálculo do PIS/Pasep e da Cofins, exceto nos casos referentes às atualizações sobre contraprestações vencidas, das receitas financeiras que estiverem computadas na contraprestação de arrendamento mercantil, em que haja transferência substancial dos riscos e benefícios;

· A pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido, que durante o ano-calendário tiver que apurar o imposto pelo lucro real, deverá oferecer à tributação as receitas auferidas e ainda não recebidas, no período de apuração anterior àquele em que ocorrer a mudança do regime de tributação;

· Revogação do parágrafo único do art. 221, da IN 1700/2017, que tratava da possibilidade da pessoa jurídica deduzir do IRPJ, para efeitos de pagamento, apurado em cada trimestre, o imposto sobre a renda pago ou retido na fonte sobre receitas que integraram a base de cálculo do imposto devido;

Destacamos que também ocorreram alterações no reconhecimento da receita, referente ao Pronunciamento Contábil (CPC 47), emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis.

Fonte: IN RFB nº 1.881/2019

Compliance Tributário

“As dificuldades do compliance estão no nosso ambiente tributário.”

Inez Justina dos Santos*

2574_big_ O nosso ambiente tributário gera insegurança para atender e entender os milhares de regras que se aplicam na apuração de impostos. O maior problema não está na carga tributária e sim nas regras e normas para apuração de impostos.

Para o contribuinte comercializar dentro do seu estado de origem é complexo; se a comercialização é interestadual passa a ser um tormento; não sabemos se há substituição tributária, diferencial de alíquotas, se estão comprando para imobilizar ou para revender.

Cada caso é um caso, com mil e uma regras e normas aplicáveis para serem observadas. Precisamos refletir, sugerir e participar para a redução dos custos da complexidade para cálculo de tributos.

A nossa carga tributária está dentro da média mundial. Nosso maior problema é o custo de estar em conformidade. Diminuir custo e complexidade de apuração de tributos é o nosso primeiro passo para o compliance tributário. O nosso ambiente tributário é complicado e a cada momento surgem novas normas e obrigações acessórias (declarações, guias, códigos), ou seja, o contribuinte brasileiro tem um ambiente complicado, dificuldade no compliance tributário.

De 1988 a 2018 tivemos 377 mil novas normas só em matéria tributária. É claro que uma única empresa não tem que cumprir tudo isso, mas tem uma média divulgada pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Pesquisas Tributárias) de que uma empresa tem que cumprir 3.940 normas, levando em consideração a área de atuação. Cabe para as empresas que calculam ICMS, PIs, Cofins .

O tempo que se gasta com compliance tributário no Brasil é de 1958 horas.

Focar em reduzir a quantidade de normas tributárias é o primeiro passo fundamental para o compliance tributário.

* Contadora, Consultora, Sócia da Ábaco Assessoria Contábil, vogal da JUCESP, conselheira do CRC SP.

Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior – DCBE 2019/2018

De 15 de fevereiro a 5 de abril de 2019 de cada ano, é o período de entrega da Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (DCBE).

offshoreTodas as pessoas físicas e jurídicas residentes no Brasil que, em 31 de dezembro de cada ano, possuíam ativos, bens e/ou direitos no exterior em quantia igual ou superior a US$ 100.000,00 (cem mil dólares) deverão apresentar a DCBE ao Banco Central do Brasil.

A documentação deverá ser guardada por 5 (cinco) anos, como, por exemplo:

  • Depósitos mantidos no exterior – extratos contendo movimentações ocorridas durante o ano de 2018 dos depósitos mantidos no exterior envolvendo compra, venda, transferências e rendimentos líquidos recebidos;
  • Relação dos ativos monetários e não monetários (exemplos: veículos, outros bens e direitos no exterior).
  • Contratos de Câmbio com remessas feitas ao exterior para investimentos mobiliários e/ou imobiliários;
  • Posição de participações societárias, e outros investimentos mantidos no exterior (exemplos: quotas, ações, fundo de ações e outros títulos de companhias abertas ou fechadas);
  • Balanço Encerrado em 31 de dezembro relativo a offshores;
  • Contrato de Compra e Venda dos Imóveis negociados no ano-base.

Não perca o prazo. A multa pelo não cumprimento dessa obrigação pode chegar a R$ 250.000,00.

Tributação de lucros e dividendos

paulo-guedes-2018_53761Algumas situações permitem um planejamento tributário e a notícia veiculada pelo Ministro Paulo Guedes de que pretende simplificar o código tributário leva a uma análise antecipada de ações que devem ou não ser tomadas pelas pessoas físicas e jurídicas.

Paulo Guedes quer aumentar impostos dos mais ricos e ventilou ideias sobre Imposto sobre valor agregado, Imposto sobe Operações Financeiras para financiar a previdência, e simplificar e unificar o imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas.

Destacamos a tributação de lucros e dividendos. Atualmente a empresa normalmente paga 15% de IRPJ e 9% de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. E ao distribuir seus lucros e dividendos, como já foram tributados na empresa, estes são isentos.

Portanto, já existe uma tributação sobre lucros e dividendos, a nível de empresa, que seria reduzida para 20%. Porém, nossa atenção deve focar no novo: o que se pretende é uma nova tributação a nível de receptor (declarações individuais afetando os mais ricos), caso surja a alíquota anunciada de 20%.

É bom estar atento!